janela em frente
Estas tu na janela em frente a observar o que se passa.
Maquinas em movimento. Barulho infernal.
Tu, tal como eu, simplesmente a olhar.
Talvez o teu dia de trabalho já tenha chegado ao fim e fique agora a observar quem continua a sua tarefa.
Seis da tarde e já escurece. Cada casa, cada janela, começa a acender as suas luzes.
Terrenos baldios, perdidos por quem os abandonou vão ser transformados em “caixinhas” amontoadas com outros habitantes. Deixam de ser pássaros, ratos, e outros tais...
Porque continuas tu á janela? E porque continuo eu? O que te move? Ou o que te faz não mover?Luzes da rua acendem-se. Pouco a pouco, toda a cidade fica iluminada como pequeno tapete de luzes, até que a noite avance e o cansaço traga a escuridão para um novo dia.
Maquinas em movimento. Barulho infernal.
Tu, tal como eu, simplesmente a olhar.
Talvez o teu dia de trabalho já tenha chegado ao fim e fique agora a observar quem continua a sua tarefa.
Seis da tarde e já escurece. Cada casa, cada janela, começa a acender as suas luzes.
Terrenos baldios, perdidos por quem os abandonou vão ser transformados em “caixinhas” amontoadas com outros habitantes. Deixam de ser pássaros, ratos, e outros tais...
Porque continuas tu á janela? E porque continuo eu? O que te move? Ou o que te faz não mover?Luzes da rua acendem-se. Pouco a pouco, toda a cidade fica iluminada como pequeno tapete de luzes, até que a noite avance e o cansaço traga a escuridão para um novo dia.

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